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O ano de 2026 se anuncia como um marco importante para a consolidação das práticas ESG nas empresas brasileiras. Se antes o tema figurava como tendência ou diferencial competitivo, agora se consolida como exigência do mercado, impulsionado pela pressão de investidores, pelo amadurecimento das agendas regulatórias e pela necessidade crescente de transparência ambiental. A governança socioambiental deixa de ser opcional e passa a integrar diretamente a estratégia corporativa, impactando todas as áreas das organizações, do planejamento ao operacional.

À medida que os riscos climáticos se intensificam e a sociedade valoriza cada vez mais empresas comprometidas com o meio ambiente, 2026 traz uma mudança de expectativa: não basta parecer sustentável, é preciso ser. O foco estará na comprovação, no monitoramento e na rastreabilidade, que se tornam pilares fundamentais para validar os resultados ambientais e sociais declarados pelas empresas.

Uma das principais perspectivas para 2026 é o fortalecimento das exigências regulatórias ambientais, especialmente relacionadas à gestão de resíduos, emissões e conformidade legal. Setores industriais, varejistas, logísticos, hospitalares e do agronegócio serão pressionados a demonstrar, de forma documentada, o destino correto dos resíduos gerados, reforçando a importância de processos auditáveis e parceiros especializados. Documentos como CTR-e, CDF e sistemas oficiais como SIGOR, SP Regula e Cadri passam a ganhar ainda mais protagonismo, servindo como evidências essenciais para relatórios ESG.

Outro ponto central para 2026 é a valorização crescente da rastreabilidade de ponta a ponta. Empresas que conseguem comprovar cada etapa da sua cadeia, desde a origem dos insumos até o descarte final dos resíduos, se destacam em auditorias e conquistam a confiança de investidores e clientes. A rastreabilidade se torna o elo entre a prática e a reputação, estabelecendo a transparência como valor inegociável.

No pilar ambiental (E), espera-se uma maior exigência na gestão de resíduos perigosos e não perigosos, especialmente em setores com alto potencial de impacto. A destinação adequada, a contratação de empresas licenciadas e a emissão de documentos oficiais serão fatores avaliados não apenas pelos órgãos ambientais, mas também por auditorias ESG e por grandes contratantes que exigirão conformidade de seus fornecedores. Isso reforça a importância de parceiros que possuam frota especializada, equipe técnica capacitada e processos rastreáveis, garantindo segurança operacional e ambiental.

Já no pilar social (S), as empresas serão pressionadas a fortalecer ações voltadas ao bem-estar das comunidades, à segurança no trabalho e à inclusão social, com indicadores mais claros e mensuráveis. No pilar de governança (G), a postura ética, a transparência e a integridade corporativa se tornam ainda mais relevantes, especialmente com o avanço de normas internacionais de reporte.

O cenário de 2026 também aponta para um aumento significativo na adoção de tecnologias ambientais, como sistemas de monitoramento digital, dados integrados, inteligência artificial aplicada a indicadores ESG e plataformas que centralizam informações de sustentabilidade. Empresas que investirem em digitalização terão vantagem competitiva ao apresentar relatórios confiáveis, consistentes e alinhados a padrões globais.

Nesse contexto, torna-se evidente que empresas que desejam se posicionar de forma sólida em ESG precisam de parceiros especializados. O Grupo BR desempenha um papel estratégico ao oferecer soluções completas em gestão e destinação de resíduos, consultoria ambiental, rastreabilidade e suporte técnico para auditorias, garantindo que a organização avance com segurança, conformidade e credibilidade em suas práticas ESG. Com processos estruturados e documentação transparente, o Grupo BR ajuda as empresas a transformar obrigação em valor, e responsabilidade em reputação.

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